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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

O PSICOTERAPEUTA REENCARNACIONISTA EM SEU CONSULTÓRIO



O psicoterapeuta reencarnacionista no seu consultório deve abandonar toda e qualquer demonstração de ser alguém superior às pessoas que lhe procuram, aparentar falsamente ser alguém já realizado espiritualmente, alguém sem inferioridades, alguém de sucesso. Também não deve cair num estado oposto de ser simpático demais, “humilde” demais, carinhoso demais, alguém que necessita parecer pequeno demais. No nosso consultório devemos ser o que somos na verdade: irmãos dos que chegam, iguais, nem mais e nem menos. Receber as pessoas com atenção e simplicidade, sem afetação, sem um ar religioso exagerado, sem dar a impressão que elas estão chegando a um Oráculo. Não precisa muito incenso, muitas estátuas, muitos enfeites, isso é uma das necessidades do terapeuta de mostrar para seu próprio pai ou sua própria mãe ou para algumas pessoas que não lhe aceitavam como era na sua infância, que é uma pessoa espiritualizada, que é esotérica. São necessidades infantis. Não precisa muito luxo, muito “ar de sucesso”, muita aparência de competência, como também não precisa de desleixo, qualquer jeito, “desapego” exagerado, “não ligo para coisas materiais”, pois são também necessidades infantis.

As conversas entre um psicoterapeuta reencarnacionista e as pessoas são amigáveis, despojadas, não devemos ter o pudor de dizer “Eu também sou assim...”, podemos concordar com a cabeça a uma manifestação de tristeza, mágoa ou raiva das pessoas mostrando a elas que também ainda sofremos disso. 

No nosso consultório, devemos ficar atentos a duas coisas:

1.   O que aflora de inferior dos relatos das pessoas.
2.   O que aflora de inferior das nossas intervenções e nos nossos pensamentos e sentimentos em relação a elas.

O que aflora de inferior dos seus relatos têm uma característica interessante: as pessoas sempre acreditam que tem razão. O que aflora de inferior das nossas intervenções e nos nossos pensamentos e sentimentos, nós também sempre acreditamos que temos razão.
Estamos ali, entre outras coisas, para lhes falar dos gatilhos, elas estão sendo um para nós. Estamos ali para lhes falar das armadilhas, nós estamos diretamente dentro de uma enorme, gigantesca: somos um terapeuta! E uma armadilha pior ainda, quando nos tornamos um terapeuta de sucesso.

Em um consultório de Psicoterapia Reencarnacionista existem dois terapeutas, ambos invisíveis: os Mentores. Tanto o auto-intitulado terapeuta como o chamado de “paciente” ou “cliente” são pacientes do Mundo Espiritual. Os invisíveis já chegaram onde estão, os visíveis ainda procuram o caminho para lá chegar. Os invisíveis sabem que isso só é possível pela abolição do Ego, os visíveis ainda são dominados por ele. Os Mentores olham de cima, o “terapeuta” e o “paciente” olham de baixo. Esses Seres Superiores passam o tempo todo cuidando dos seus pupilos, esses ainda nem aprenderam a cuidar de si próprios.

A primeira coisa que um psicoterapeuta reencarnacionista deve entender a seu respeito é: qual a necessidade que moveu o meu Ego para querer ser um terapeuta? O que ele busca? O que ele almeja? Evidentemente, todos nós almejamos esse lugar movido pelo amor, a vontade de ser útil e dar um sentido para a nossa vida. Mas, paralelamente a isso, e agora entramos na nebulosa área do autoconhecimento, da Reforma Íntima e da evolução espiritual, uma lista de necessidades e carências egóicas pode nos servir de pista para separar o joio do trigo:
  • Vaidade (“Eu sou terapeuta!”)
  • Autoritarismo (“Eu consigo enxergar dentro das pessoas, vejo coisas delas que elas não vêem...”)
  • Desejo de ser famoso (“Meus pacientes me adoram!”, “Minha agenda está sempre lotada!”)
  • Desejo de ganhar dinheiro (“Preciso comprar isso e mais isso e mais aquilo e mais aquilo.”)
  • Timidez (“Eu sou mediúnico, meu tratamento é mais espiritual, energético...”)
  • Culpa de vidas passadas (“Nada é mais importante do que estar sempre ajudando as pessoas.”)
  • Dificuldade de entrega (“Eu sinto que tenho uma missão e meus Mentores querem que eu me dedique a ela o tempo todo.”)
  • Baixa auto-estima (“Nós não somos nada...”)
  • Solidão (“Só me sinto bem trabalhando...”), e a lista continua. 
É muito fácil ser psicoterapeuta reencarnacionista, basta ter amor no coração, vontade de ajudar, humildade suficiente para colocar-se a serviço do Mundo Espiritual, abrir mão do comando, aprender a ouvir a Voz do Superior, mas precisamos ter o cuidado de, aliado a isso, não escondermos de nós mesmos as nossas inferioridades, não nos especializarmos em mascarar os nossos conflitos, não priorizarmos essa 2ª Missão no lugar da 1ª: a Reforma Íntima. E o nosso consultório é um lugar ideal para nos enxergarmos, em nossos pensamentos, em nossos sentimentos, em nossas atitudes, em nossas palavras, e nas características das pessoas que atraímos pela Lei da Semelhança.
Ao entrarmos no nosso consultório, devemos pensar: “Mais um dia para eu me tratar!”.

Mauro Kwitko

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Parte do texto do meu querido professor Mauro Kwitko.
Sempre grata pelos ensinamentos.

Angela Cunha

Apoio à Santa Maria - RS



O Grupo Acolhimento.Conforto está oferecendo atendimento terapêutico (tradicional e holístico) via Skype, gratuitamente, para as pessoas atingidas - direta e indiretamente - pelo incêndio em Sta.Maria/RS. 
 
Para mais informações, visite o site:
 



sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

ORAÇÃO PARA A CURA INTERIOR



Jesus, eu lhe peço que entre em meu coração e toque aquelas experiências de vida que precisam ser curadas.
Você me conhece muito melhor que eu mesmo me conheço. Derrame então o seu amor por todos os cantinhos do meu coração.
Onde quer que encontre a criança ferida, toque-a, console-a, liberte-a. 
Retroceda na minha vida até o momento mesmo em que fui concebido. 
Limpe-me e liberte-me de tudo aquilo que possa ter exercido uma influência negativa naquele momento. 
Abençoa-me enquanto eu estava sendo formado no ventre de minha mãe e remova todos os empecilhos para a integridade que me possam ter afetado durante aqueles meses de confinamento.

Conceda-me o profundo desejo de querer nascer e cure todos os traumas físicos ou emocionais que me possam ter prejudicado durante o parto. 
Obrigado Senhor, por ter estado lá para me receber em seus braços no momento em que nasci, para me acolher na Terra e me assegurar de que nunca deixaria de me ajudar e nem me abandonaria. 

Jesus, eu lhe peço que envolva minha infância com a sua luz e toque aquelas memórias que me impedem de ser livre.
Se o que me falta mais é o amor de mãe, envie-me a sua Mãe Maria, para suprir a minha carência. 
Peça-lhe que me abrace, me embale, me conte estórias e me dê o conforto e o calor que me faltam, e que só quem é mãe pode dar. Talvez a criança dentro de mim se sinta carente do amor de pai. Senhor, deixe-me ser livre para eu poder chamá-lo de Abba, Papai com todo meu ser. 
Se me faltou o amor de pai e a segurança de ter sido desejado, profundamente amado, peço-lhe que me abrace, me deixe sentir seus braços fortes e protetores. 

Renove em mim a confiança e a coragem para enfrentar as dificuldades da vida, porque sei que seu amor de pai virá em meu auxílio se eu tropeçar e cair. 
Percorra minha vida, Senhor, conforte-me quando as pessoas não foram bondosas comigo. 
Cure as feridas dos encontros que me deixaram assustado, que me levaram a me fechar em mim mesmo e levantar barreiras entre mim e os outros. 
Se me sentir só, abandonado e rejeitado pela humanidade, conceda-me, mediante o seu amor regenerador, uma nova consciência de meu valor como pessoa. 

Jesus, eu me entrego totalmente a você, corpo, mente e espírito. 
E lhe agradeço por me restaurar a integridade. 

Obrigado, Senhor!


FONTE:SOMOS TODOS UM
http://somostodosum.ig.com.br/blog/blog.asp?id=01706

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

FORÇAS AUTO-CURATIVAS


USANDO AS PRÓPRIAS FORÇAS PARA CURAR

O ponto de partida: a “vontade de viver”
O que faz com que um paciente recupere sua saúde enquanto que um outro morre, mesmo no caso de o diagnóstico ser igual para ambos? Carl ficou interessado por este assunto ao completar o seu período. de residência como especialista em cancerologia no “Oregon Medical School”. Lá, ele observou que os pacientes que declaravam querer viver geralmente agiam como se, de verdade, não o quisessem. Havia pacientes com câncer no pulmão que se recusavam a parar de fumar, pacientes com câncer no fígado que se recusavam a parar de beber e outros, ainda, que não compareciam com regularidade ao tratamento.

Em muitos casos, tratava-se de pessoas cujos diagnósticos médicos indicavam que, se o tratamento fosse seguido, poderiam ter muitos anos de vida. E, apesar de afirmarem sem cessar que havia inúmeras razões para que quisessem viver, mostravam-se deprimidas, com profunda e com uma atitude que demonstrava desistência, ao contrário de outros pacientes diagnosticados como sendo terminais.

Nesta última categoria havia um pequeno grupo de pacientes que, apesar de ter sido enviado de volta a sua casa, após um tratamento mínimo, sem que houvesse esperança de sequer poder voltar para o acompanhamento, continuava a chegar para a consulta anual ou semestral, mantendo sua saúde em nível estável, contradizendo de maneira inexplicável as estatísticas.

Quando Carl lhes perguntava sobre o que poderia explicar a sua saúde, com freqüência, davam o seguinte tipo de resposta: “Não posso morrer enquanto meu filho não tiver acabado a faculdade” ou “O meu trabalho precisa de mim” ou “Não quero morrer antes de ter resolvido o meu problema com a minha filha”. O ponto em comum nessas respostas residia no fato de que esses pacientes achavam que tinham uma certa influência sobre o curso de sua própria doença. A diferença básica entre esses pacientes e aqueles que não queriam cooperar residia na atitude dos primeiros em relação à doença e sua posição positiva em relação à vida Os pacientes que continuavam a ter melhoras, por uma razão ou outra, tinham uma “força vital” mais poderosa. Esta descoberta fascinou-nos.

Stephanie, cuja formação era a de aconselhamento de motivação, tem um interesse especial pelas pessoas que são excepcionalmente bem-sucedidas - aquelas que, nos negócios, por exemplo, parecem destinar-se ao cimo. Ela havia estudado o comportamento das pessoas cujo desempenho era considerado excepcional e ensinado os princípios deste comportamento aqueles que não o possuíam. Parecia razoável estudar da mesma maneira os pacientes cancerosos - aprender o que aqueles que estavam tendo sucesso tinham em comum e como eram diferentes em relação àqueles que não estavam tendo sucesso.

Se a diferença entre o paciente que consegue recuperar sua saúde e aquele que não o consegue reside em parte na atitude em relação à doença e à convicção de que pode, de certa forma, ter uma influência sobre ela, como poderíamos influenciar os pacientes na direção certa? Seria possível aplicar as técnicas utilizadas na psicologia da motivação para induzir e aumentar a “vontade de viver”? Quando começamos, em 1969, examinamos todas as possibilidades, desde grupos de encontro, terapia de grupo, meditação, visualização, técnicas de motivação, cursos de “desenvolvimento da mente”, do tipo “Silva Mind Control e Mind Dynamics” e biofeedback.

A partir de nossos estudos de biofeedback descobrimos que algumas técnicas possibilitavam às pessoas que as praticavam serem capazes de influenciar seus próprios processos internos, influenciando as batidas do coração e a pressão sangüínea. Um aspectos importante do biofeedback, chamado de visualização, também era o componente principal de outras técnicas que estudamos. Quanto mais aprendíamos a respeito do processo, mais intrigados ficávamos.

Em essência, o processo de visualização inclui um período relaxamento durante o qual o paciente criaria mentalmente uma imagem do objetivo ou resultado desejado. No caso do paciente canceroso, isto significaria tentar visualizar o câncer, ver o tratamento destruindo-o e, o mais importante de tudo, as defesas naturais do corpo ajudando-o a recuperar-se. Após termos analisado esses pontos com dois eminentes pesquisadores de biofeedback, os drs. Kamiya e Elmer Green, decidimos utilizar as técnicas de visualização com os pacientes cancerosos.

O primeiro paciente: um exemplo impressionante
O primeiro paciente com o qual foi tentado utilizar as teorias que estávamos desenvolvendo era um senhor de 61 anos de idade que se apresentou na faculdade de medicina em 1971, com uma forma de câncer de garganta que apresentava um prognóstico grave. Ele estava bastante fraco e seu peso havia caído de 70kg para cerca de 50kg; mal podia engolir a própria saliva e estava com dificuldades respiratórias Havia menos de cinco por cento de possibilidades de que ele conseguisse sobreviver mais de cinco anos Os médicos da faculdade de medicina chegaram a se perguntar se valeria a pena que ele seguisse qualquer tipo de tratamento, já que era possível que a terapia só o fizesse sentir-se pior, sem esperanças de melhoras significativas.

Carl entrou na sala de exames decidido a ajudar este homem a participar ativamente de seu próprio tratamento. Este era um caso que justificava medidas excepcionais. Carl começou a tratá-lo, explicando-lhe que ele poderia influenciar a evolução de sua própria doença. Carl fez então um esboço de um programa de relaxamento e visualização baseado em estudos que ele estava fazendo. O paciente deveria estabelecer três períodos de 5 a 15 minutos cada, durante o dia: pela manhã, ao acordar, após o almoço e à noite, antes de se deitar. Durante esses períodos, ele deveria, antes de mais nada, compor-se, sentando-se silenciosamente e concentrando-se nos músculos de seu corpo, começando pela cabeça e chegando até os pés, dizendo a cada um de seus músculos que relaxassem. Depois, já mais relaxado, ele deveria imaginar-se sentado em um lugar agradável e calmo, embaixo de uma árvore, perto de um riacho, ou qualquer outro lugar que preferisse, o tempo que fosse agradável para ele. A partir dai ele deveria imaginar o seu câncer de maneira vivida, de qualquer forma que aparecesse.


Em seguida, Carl pediu-lhe para imaginar o seu tratamento, de radioterapia, como pequenos projéteis de energia que atingiriam as células, tanto as normais como as cancerosas, no caminho onde se encontrassem. E já que as células cancerosas eram mais fracas e mais confusas do que as normais, não conseguiriam reparar o dano causado pelos projéteis e, segundo Carl, dessa forma, as células normais continuariam saudáveis, enquanto que as cancerosas morreriam.

Depois, Carl pediu ao paciente que formasse uma imagem mental do último passo, o mais importante as células brancas chegando, apoderando-se das células mortas e doentes e expulsando-as do seu corpo através do seu fígado e rins Através de seu olho mental ele deveria visualizar o seu câncer diminuindo de tamanho e a sua saúde sendo restabelecida. Após haver completado esse exercício, ele deveria voltar às suas atividades normais.

O que aconteceu estava além do que Carl conhecia com qualquer tipo de tratamento físico já tentado em pacientes cancerosos. A terapia de irradiação funcionou magnificamente bem e o homem não demonstrou nenhum dos efeitos colaterais à irradiação, nem em sua pele nem nas mucosas de sua boca e de sua garganta. Ao chegar ao meio do tratamento ele foi capaz de comer de novo. Ganhou forças e peso. E o câncer desapareceu progressivamente.

Durante o tratamento, tanto a terapia de irradiação como a visualização, o paciente só perdeu um dia de sessão de visualização, quando foi passear de carro com um amigo e ficou preso num engarrafamento. Ele ficou bastante chateado, tanto consigo mesmo quanto com seu amigo, pois sentiu que o fato de ter perdido uma sessão que fosse fazia o sentir que perdia o controle sobre sua condição física.

Tratar esse paciente assim era muito estimulante, mas de certa forma também assustador. As possibilidades de métodos de cura que estavam se apresentando encontravam-se muito além da educação médica formal de Carl.

O paciente continuou a progredir ate que, passados dois meses, não havia mais sinais do câncer. A convicção que ele tinha de poder influenciar seu próprio tratamento era bem evidente quando, perto do final de seu tratamento, ele disse a Carl: “Doutor, no início eu achava que precisava do senhor para estar bem; agora sinto que mesmo que o senhor desaparecesse eu ainda conseguiria lidar com o problema sozinho

Após a remissão do câncer o paciente decidiu por si mesmo aplicar a mesma técnica de imagens mentais à artrite de que sofria há anos. Ele imaginou mentalmente as células brancas passando por entre a superfície de suas articulações, levando os entulhos, até que a superfície estivesse lisa e brilhante. Os sintomas da artrite desapareceram progressivamente e, apesar de voltarem de tempos em tempos, ele conseguia fazê-los diminuir ate o ponto em que conseguia ir pescar regularmente, esporte que não é fácil, mesmo para quem não sofre de artrites.

Além do que já havia feito, ele decidiu usar o relaxamento e a visualização para influenciar a sua vida sexual. Apesar de sofrer de impotência já há vinte anos, dentro de poucas semanas após praticar as técnicas de visualização, ele conseguiu recuperar sua atividade sexual plena e o seu estado geral, em todas essas áreas, permanece saudável já há seis anos.

Felizmente, nossa primeira experiência foi tão positiva e impressionante, pois quando começamos a falar no meio médico a respeito dessas nossas experiências e expor a idéia de que os pacientes têm uma influência maior do que a imaginada sobre a evolução da doença, houve reações bastante negativas por parte dos médicos. Para dizer a verdade, havia ocasiões em que nós mesmos duvidávamos das nossas conclusões. Como muita gente - sobretudo qualquer um com formação médica -, havíamos aprendido que a doença “acontecia” às pessoas, sem possibilidade de controle psicológico individual sobre a evolução, e que não havia praticamente nenhuma relação de causa/efeito entre a doença e o que estava acontecendo na vida dos doentes.

Continuamos, não obstante, a usar esta abordagem para o câncer. Apesar de, às vezes, não haver diferença na doença em si, na maioria dos casos aconteceram mudanças significativas nas respostas dos doentes ao tratamento. Hoje, vinte anos passados após a experiência com o primeiro paciente, acrescentamos um certo número de outros processos além da visualização que usamos com pacientes, primeiro na “Travis Air Force Base”, onde Carl foi o chefe do departamento de terapia de irradiação e, agora, no nosso centro de “Fort Worth. Estas técnicas são a base dos “Caminhos para a Saúde”, segunda parte do livro Com a Vida de Novo.

Uma abordagem holistica ao tratamento do câncer

Por ser uma terrível doença, no momento exato em que alguém descobre estar com câncer, este fato passa a ser a característica principal da pessoa. O indivíduo pode ter varias outras funções - de pai, de chefe, de amante - e ter inúmeras características pessoais de valor - inteligência, charme, senso de humor; porém, a partir daquele momento passa a ser identificado apenas como “paciente canceroso”. Toda a identidade da pessoa, como ser humano perde-se na sua identidade de paciente com câncer. Todos, inclusive o seu próprio médico, passam a levar em consideração apenas o fato físico do câncer e o tratamento tem como objetivo o paciente como um corpo, não como pessoa.

Nos partimos da premissa de que uma doença não é simplesmente um fato físico, mas um problema que diz respeito à pessoa como um todo, incluindo não apenas o corpo, mas também as emoções e a mente. Acreditamos que os estados emocional e mental têm uma função importante tanto no que diz respeito à suscetibilidade à doença, incluindo o câncer, como na recuperação de qualquer doença. Acreditamos também que o câncer surge como uma indicação de problemas existentes em outras áreas da vida da pessoa, agravados ou compostos de uma série de estresses que surgem de 6 a 18 meses antes do aparecimento do câncer. O paciente canceroso, de maneira típica, reagiu a esses problemas e estresses com um sentimento de profunda falta de esperança e de “desistência”. Esta reação emocional, acreditamos, por sua vez dispara um con-junto de reações fisiológicas que suprimem as defesas naturais do corpo, tornando-o suscetível à produção de células anormais.

Partindo do princípio de que nossas convicções são basicamente certas - e grande parte dos capítulos de Com a Vida de Novo diz respeito à demonstração das razões por que estamos tão seguros do que afirmamos - torna-se então necessário para o paciente e para o médico, ao lutarem para recuperar a saúde, levarem em consideração não apenas o que está acontecendo no nível físico, como também e, na mesma medida, o que está acontecendo no resto da vida do paciente. Se o sistema total integrado de mente, corpo e emoções, que constitui a pessoa como um todo, não está trabalhando para recuperar a saúde, então intervenções simplesmente físicas não darão o resultado desejado. Um programa eficiente de tratamento deve lidar com o ser humano como um todo, não apenas focalizando a doença, pois ao fazer isso é como se estivéssemos tentando curar uma epidemia de febre amarela apenas usando sulfa, sem eliminar os focos dos mosquitos causadores da febre.

Os resultados dessa abordagem
Três anos após começarmos a ensinar aos pacientes a usarem as suas mentes e emoções para alterarem a evolução das doenças malignas, decidimos fazer um estudo para distinguir os efeitos do tratamento médico e emocional, a fim de demonstrar de maneira científica que o tratamento emocional estava realmente dando resultados.

Começamos por estudar um grupo de pacientes com doenças malignas consideradas medicamente incuráveis. O tempo de sobrevida estabelecido para a média dos pacientes com tal tipo de doença é de 12 meses.


Nos últimos quatro anos tratamos de 159 pacientes com um diagnóstico de doença maligna incurável, do ponto de vista médico. Desses, 63 estão vivos, com uma média de sobrevida de 24,4 meses desde o diagnóstico inicial. A expectativa de vida para esse grupo, segundo as normas americanas, é de 12 meses. Um controle equivalente da população global está sendo feito e os primeiros resultados indicam uma sobrevida comparável ás normas americanas e menos da metade do tempo de sobrevida que têm os nossos pacientes.

No caso dos nossos pacientes que vieram a falecer, o tempo médio de sobrevida era de 20,3 meses. Em outras palavras, os pacientes por nós seguidos e que continuam vivos já viveram, em média. duas vezes mais do que os que receberam apenas o tratamento médico convencional. Mesmo aqueles pacientes que morreram chegaram a viver uma vez e meia mais do que os do grupo de controle.

Sem dúvida, a duração da vida após o diagnóstico é apenas um dos aspectos da doença. De igual (e talvez até maior) importância é o fato da qualidade de vida enquanto o paciente sobrevive. Existem poucas maneiras de se medir de maneira objetiva a qualidade de vida. No entanto, uma delas, o nível de atividade diária mantido durante e depois do tratamento, comparado ao nível de atividade anterior ao diagnóstico. Atualmente, 51% dos nossos pacientes mantêm o mesmo nível de atividade que tinham antes do diagnóstico; 76% deles estão, pelo menos 75%, tão ativos quanto estavam antes do diagnóstico. Com base em nossa experiência clínica, este nível de atividade no caso de pacientes “incuráveis do ponto de vista médico” é, nada mais nada menos, extraordinário.

Os resultados de nossa abordagem ao tratamento do câncer deram-nos confiança de que as conclusões que havíamos tirado estavam corretas - que uma participação ativa e positiva pode influenciar a doença, o resultado do tratamento e a qualidade de vida da pessoa. 
Algumas pessoas talvez fiquem preocupadas por estarmos talvez dando “falsas esperanças”, sugerindo as pessoas que elas podem influenciar o curso da doença e que estamos criando expectativas irrealísticas. É verdade que a evolução do câncer varia tanto de pessoa para pessoa que não podemos oferecer nenhuma garantia. Há sempre uma certa dose de incerteza, assim como no tratamento médico tradicional, mas achamos que a esperança é uma atitude acertada a se tomar em relação à incerteza.

A expectativa, seja ela positiva ou negativa, pode ter uma função importante na determinação de um objetivo Uma expectativa negativa impedirá a possibilidade de um desapontamento, mas pode também contribuir para um resultado negativo que não era inevitável.

Não existem garantias atualmente de que uma expectativa positiva de vida será realizada. Mas, sem esperanças, o que existe é um desespero. Não negamos a possibilidade da morte. Ao contrário, trabalhamos muito com os nossos pacientes para ajudá-los a aceitar a idéia da morte como algo possível. Também trabalhamos para ajudá-los a acreditar que podem influenciar o seu estado de saúde e que a mente, o corpo e as emoções podem ser colaboradores, trabalhando em conjunto para criar saúde.


Colaboração: Marcia Tosto

http://www.xamanismo.com.br/Universo/SubUniverso1189859017It008

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Vivam, Amem e Brilhem Outra Vez


Muitas pessoas têm uma história.
Essa história normalmente envolve algum evento que as deixou feridas, e que elas agitam feito uma bandeira como prova de que foram vítimas.

Algumas pessoas ficam tão travadas nessa história que estão estabelecidas nessas mesmas energias por anos e anos.

Assim que vocês as encontram pela primeira vez, normalmente na primeira meia hora de conhecimento, elas lhes contarão sua história, definindo ainda mais sua consciência de vítima.

Tristemente, muitas pessoas não sabem quem são sem sua história, tentando encontrar poder em sua impotência.

Nós os convidamos para viver além.
Viver além do seu medo.
Viver além de seus desapontamentos.
Viver além de seu complexo de vítima.
Viver além de suas crenças autolimitantes.

Abram suas asas e voem além de tudo isso.

Se vocês decidirem que vocês verdadeira e profundamente desejam curar de uma vez por todas e entregarem-se a esse processo, vocês podem transformar sua vida e sua história.

Não existe poder que provenha do fundo da areia movediça, Queridos.

Agarrem as cordas que lhes são oferecidas amorosamente o tempo todo e aceitem a liberdade que vem de ultrapassar seus antigos modos autolimitantes de ser e verdadeiramente vivam, amem e brilhem outra vez.

Arcanjo Gabriel
através de Shelley Young
http://trinityesoterics.com/

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

ADEUS, 21 DE DEZEMBRO DE 2012


Como descrever o que todos estão a sentir neste momento?

Podíamos também arranjar uma daquelas taças redondas que se podem encontrar em muitas lojas de balcão metafisicas, cheia de cartas de forma retangular tendo cada uma o nome de um sentimento particular: Calma, Fúria, Excitação, Desapontamento, Gratidão, Frustração, Paz, Turbulência, Confiança, Depressão, Motivação, Abatimento, Comprometimento, Traição, Felicidade, Tristeza.

Alguns de vós podem estar a sentir mais das vibrações elevadoras, outros estão a sentir-se presos de um vórtice das mais pesadas, enquanto muitos olharam para a taça redonda, viraram tudo de cabeça para baixo, apontando para todas as cartas e dizendo. “Sim, tudo isso, é isso que estou a sentir.”

Logicamente e nos nossos corações sabemos que a “Mudança” não é um evento de um dia, mas uma janela de tempo durante a qual veremos enormes mudanças a cada nível, pessoal, social e global, como resultado de um aumento de consciência que está a influenciar a Terra e a Humanidade.

Sabemos que 21 de dezembro assinalou a data final do fim de um longo e significativo ciclo, mas que não anunciava necessariamente que algo de grande e óbvio iria acontecer nesse exato dia. 

(Mesmo em muitos, muitos ciclos astrológicos menores como, digamos, um retorno de Saturno pessoal de 28 anos, geralmente não se experimenta o grande evento que transforma a vossa vida no dia exato em que o trânsito incide no vosso grau planetário de nascimento. Nesse caso, trata-se de uma influência que abrange o ano inteiro ou assim. Assim, imaginem quando se trata de um ciclo de 5125! Ou de 26000 anos!)

Contudo, lá no fundo, muitos de nós esperávamos que algo, qualquer coisa iria acontecer nesta ou à volta desta data como uma espécie de big bang positivo de entrada no novo ciclo, algo que nos desse uma espécie de um sinal de que estamos a ir na direção certa, de que a Humanidade está a despertar, e de que todo o nosso trabalho interior e exterior tivesse servido para alguma coisa. 

Podemos ainda não ter percebido o quanto estávamos à espera disso, até ao dia chegar e passar, e muitos de nós ficámos com uma sensação de anticlímax vazio. Talvez não imediatamente. Talvez não a 22 ou 23 de dezembro, mas tão lentamente quanto os dias foram passando é como se todos tivéssemos gritado 3, 2, 1, Feliz Ano Novo, e esperássemos por fogos-de-artifício, mas eles não viessem.

Então, esperamos um pouco mais, talvez houvesse um atraso.
Esperamos mais um pouco.
Passaram mais dias e noites.

As pessoas começaram a partir e a resmungar:  “Faz ideia de quanto esforço foi necessário para chegar até aqui e não há espetáculo nenhum?”, “Viemos tão cedo para arranjar um bom lugar, e agora nada!”, “Quero um reembolso!”, “Bem, é a última vez que eu acredito nesta empresa de novo. Eles podem levar os seus fogos-de-artifício e enfiá-los sabem onde!” 
Entretanto, outras pessoas, os crentes cheios de fé, estão debaixo dos cobertores a dizer “Não, não vão, esperam, os fogos-de-artifício estão ainda a chegar. Eles estão apenas atrasados, estão a dar-nos outra data.”

Outros ainda estão a sorrir e a dizer “Ei, olhem à vossa volta. Nunca teve a ver com fogos-de-artifício. Olhem onde estão! Quão maravilhoso é este planeta! Pensem em todas as coisas maravilhosas mudanças que estão a acontecer. Têm que fazer parte disso!”

Sentimos onda após onda de surtos de energia intensa o ano inteiro, abundância de erupções solares, que evolução!

Contudo, a 21 de dezembro… calma, tranquilidade, silêncio.

Muitos, incluindo eu mesma, vivemos isto como um dia muito suave, calmo. Muitos, incluindo eu mesma, experimentámos imensas e espantosas sincronicidades nos dias anteriores e recebemos respostas sobre questões pessoais de uma vida toda, das formas mais inesperadas e subtis. 

Uma das minhas grandes questões que sempre me coloquei foi “Estou a fazer aquilo que vim aqui fazer, estou a ajudar tantas pessoas quanto é possível da melhor maneira possível?”, e um dos meus maiores medos costumava ser chegar ao outro lado apenas para descobrir que não tinha feito tudo o que podia/“devia” fazer!

Essa pergunta foi-me claramente respondida e esse medo totalmente desobstruído da forma mais inesperada, e não veio de um descarregamento cósmico selvagem ou de oito minutos de meditação. Veio através de um email de uma senhora que tinha ponderado terminar a sua vida nesse dia, e estava à procura de o fazer na Internet. Enquanto o fazia, uma das lições do meu curso acabara de chegar à sua caixa de entrada, por isso ela abriu-o e leu-o, e seja o que for que leu deu-lhe aquele momento de luz que ela mais precisava nesse momento para avançar com força. Nas suas palavras, ela estava agora a “descansar em paz, sem morrer realmente.

Assim que li o email chorei imenso, boas lágrimas, pensando nesta senhora, grata por ela ter encontrado seja o que for que precisasse para continuar. Chorei, sentindo como se alguém lá de cima me tivesse dado um cheque de um milhão de dólares com um certificado de graduação dizendo estás a fazer o suficiente, estás a ser exatamente aquilo que devias ser.

É curioso, digo muitas vezes às pessoas que nunca sabem quem estão a ajudar, nunca sabem quão enorme a ação mais pequena pode ser para outra pessoa. Partilho com frequência a história do homem que esbarrou com um antigo colega de escola muitos anos mais tarde e lhe agradeceu por ele lhe ter salvo a vida. Ele disse-lhe que um dia no seu caminho de casa para a escola mais uma vez as crianças intimidantes estavam a gozar com ele. O colega de escola defendeu-o. Ele disse ao seu colega “Estava a dirigir-me para casa para me matar nesse dia, mas não o fiz por causa do que fizeste naquele dia.”

Partilho esta história muitas vezes porque quero que as pessoas saibam que nós realmente nunca sabemos quando estamos a ajudar, nem sequer sabemos necessariamente quem estamos a ajudar.

Recebo imensos emails maravilhosos informando-me e AINDA não captara claramente a mensagem pois foi preciso este email emocionalmente honesto, gráfico, para me fazer vê-lo verdadeiramente… fundo no meu coração.

Assim, uma das coisas que quero realmente dizer acerca do começo deste novo ciclo é, podemos não ter tido os fogos-de-artifício que muitos esperavam ou mesmo secretamente estavam à espera, mas tenho esperança que, de algum modo, possam ter recebido algum sinal para continuarem, mesmo que seja pequeno ou subtil, e se não o receberam por favor considerem usar as experiências de outros como a vossa fonte de inspiração para vos ajudar a continuar, que recebam o vosso momento pessoal “é isso que precisava de ouvir/ver/saber”. 

A 20 de dezembro experimentei três surpreendentes sincronicidades, (podem ler acerca das mesmas no meu Facebook ou no Twitter) e desde aí tenho vivenciado um aumento de coisas como encontros sincronizados, enviar mensagem para alguém no momento exato em que me estão a enviar uma mensagem, ou pensar em algo e receber quase uma manifestação instantânea a esse respeito (desde fazer uma pergunta e receber uma resposta de setores inesperados a resistir a algo e ter um sintoma físico imediato que espelha essa resistência!).

É hora de sermos superclaros, conscientes e estarmos atentos aos nossos pensamentos!

Muitas pessoas têm contado que também têm experimentado múltiplas ou espantosas sincronicidades neste período, por isso, mais uma, vez embora isto não seja propriamente uma explosão de luz visível do céu, temos que reconhecer que encaixa perfeitamente no que parece uma vida de vibração mais alta a um nível diário.

Somos tão claros nas nossas visões sobre como é que parece uma sociedade desperta (e pensem que a nossa atual realidade social parece bastante diferente!) que é fácil recusar o que Florence Scovel Shinn chamou de “os sinais de que a terra está adiante de nós, mesmo que não a possamos ver” – os galhos que flutuam na água e os pássaros que rondam o navio permitem-nos saber que estamos a ir na direção certa.

Não há dúvida de que estamos num período de “reinício”, com muitos ataques desde 21 de dezembro, com imensas pessoas a queixarem-se de dores de cabeça, constipações e gripes exigindo repouso na cama, cortes de energia, baterias esgotadas em casa ou no carro, telefones e Internet em baixo e, no geral, um sentimento de vazio ou de monotonia. Esta é uma versão mais extrema do limbo que muitos sentiram durante 2012.

Durante o ano foi como se estivéssemos à espera dos nossos novos “programas”, sendo que agora os novos programas chegaram e estamos neste momento a passar pelo processo deativação.

Como sabem, com o vosso computador, quando instalam um sistema novo têm que encerrar o vosso computador e re-iniciar para ativar o novo software. Consequentemente, esta sensação que muitos estão a sentir de querer deixar o planeta ou de estar num grande buraco negro de vazio – irá passar.

A vossa velha identidade foi-se, e o vosso novo eu está a ser carregado e ativado e parte de vós não tem ideia nenhuma de como é a nova identidade. Os velhos contratos terminaram e as vossas novas páginas em branco aguardam-vos. 

Para alguns o desconhecido é um mistério mágico e maravilhoso, estão entusiasmados para o abrir.

Para outros o desconhecido é um lugar avassaladoramente assustador, propício a trazer ansiedade e ataques de pânico ou depressão.

Se estiverem a olhar para a estrada à frente e virem apenas vazio, aconselho vivamente que agarrem numa pilha de revistas e arranquem as imagens que vos surjam. (Fiz isto inspirada por este empurrão criativo e, pessoalmente, achei muito útil).

Isto não se destina a ser um quadro de visão, apenas uma forma rápida de determinar de facto onde está a vossa própria energia pessoal, e o que é que o vosso novo/verdadeiro eu quer dizer-vos sobre o que realmente se passa no vosso centro, em vez de serem apanhados numa vaga de comoções de sentimentos e mensagens conflituantes que estejam a girar à vossa volta. Provavelmente, ficareis mais do que surpreendidos com as imagens que escolherem. Isto irá ajudar a vossa “cabeça” a captar onde está a vossa energia/coração. 

À medida que avançamos com os nossos eus e vidas físicas para um plano de realidade de vibração superior, a velha realidade física mais densa ainda estará à nossa volta enquanto passa pelo processo transformativo pelo qual já passámos internamente.

As pessoas perguntam, se nós mudámos para uma nova dimensão como é que a antiga vibração pode estar ainda presente?

A realidade física do nosso dia de hoje é o resultado da realidade da nossa energia do nosso ontem. Enquanto a mudança vibratória coletiva irá começar a mostrar-se das maneiras mais óbvias no plano físico nos próximos meses e anos, por um tempo vamos estar a viver ainda com as manifestações físicas da nossa antiga vibração coletiva.

A nossa vida pessoal pode ser 70 ou 90% de “vibração nova”, mas mesmo assim podem ter ainda que interagir com pessoas e sistemas que estejam no seu estado de transição. A um nível energético aqueles foram chamados a mudar, mas a um nível físico, visível, estão ainda a agir a partir da antiga vibração. 

O físico é como um sistema que tem sido alimentado com cargas de moedas etéreas para jogar. À medida que cada moeda cai, toca a música relevante. Novas moedas de vibração alta estão a fluir agora para todos os nossos sistemas mas, para algumas pessoas, existe uma acumulação de moedas da antiga vibração que estão na fila, a tocar ainda as mesmas músicas.

Essas músicas têm que ser retiradas do físico antes que as novas melodias possam começar a tocar para essas pessoas, e para certos sistemas, situações, países, etc.

Outros passaram um longo tempo a limpar as suas acumulações, e começaram a deixar cair moedas de nova vibração nos seus sistemas há algum tempo e, assim, essas pessoas estão a ver imensas músicas novas já a tocar na sua vida diária em várias áreas da vida. 

É como quando introduzem uma nova moeda num novo sistema monetário – existe um período em que as novas versões e as antigas andam a circular, mas quanto mais novas entram, e mais das velhas são retiradas, acaba por ser muito raro ver uma moeda antiga e a nova torna-se o novo padrão. 

A quantidade de tempo que passam na energia da antiga realidade será diferente de pessoa para pessoa e de dia para dia. Dependerá do quanto tiverem já mudado na vossa vida a nível físico e emocional e do quanto estão ainda a mudar, por exemplo, estão a trabalhar numa atividade com a qual estejam em harmonia ou numa que vos está a fazer ficarem doentes? 

Estão rodeados por amigos e família que vos apoiam, ou ainda andam com gente tóxica? 

Estão a ter pensamentos e a viver a vossa vida em sintonia com a vossa verdade e com o vosso coração, ou permitem-se cair em pensamentos e ações que vos enfraquecem? 

A disparidade de energia entre as duas situações irá tornar-se cada vez mais extrema e, portanto, qualquer “queda” na velha realidade será cada vez mais difícil, mais pesada e absolutamente sufocante. 

Uma observação sobre isto – esta “queda” tem mais a ver com a vossa energia interior e menos com o vosso ambiente externo. Por exemplo, podem escolher estar num ambiente desafiador com energia harmoniosa e, dessa maneira, prestarem um grande serviço. Pelo contrário, podem também escolher estar num ambiente amoroso e acolhedor com pensamentos restritivos ou hostis e serem muito prejudiciais para vós mesmos dessa maneira. 

Atravessar o limiar de 21 de dezembro despoletou sentimentos importantes em todos aqueles que há muito esperavam esta data. 

Existe uma sensação de libertação – libertação das antigas previsões e profecias baseadas no medo que estavam a manter muitos presos e libertação das energias velhas, arcaicas que dominaram longamente este planeta.

Há um sentimento ligado de liberdade e de libertação – liberdade para fazermos agora o que viemos aqui fazer, livres das antigas crenças (percebidas e reais), livres do antigo carma, livres do antigo paradigma que está a desmoronar-se mais rapidamente do que podemos ver a nova realidade.

Há sentimentos de desapontamento, raiva e confusão – Por que razões as coisas não estão a acontecer mais depressa, a ruir mais depressa! De uma forma mais visível. Porque é que muitas pessoas previram coisas que não aconteceram? (aterragens em massa, a passagem de Nibiru, os 3 dias de escuridão, etc).

Em relação ao primeiro: muitos associaram o 21 de dezembro com o tempo até ao qual todas as mudanças teriam ocorrido quando, na verdade, tinha mais a ver com o marcador do nosso ponto de viragem – a altura na qual tínhamos que fazer coletivamente a nossa escolha.

Continuaríamos a ir em linha reta e contra um muro de tijolos, ou faríamos a viragem e mudaríamos com a Terra, levando a cabo as mudanças de que necessitamos para viver nela de uma forma pacífica e sustentável?

Por mais frustrado que uma parte do meu eu humano esteja em relação a quanto ainda temos que percorrer, o meu eu interior continua a recordar-me de quão longe chegámos e de quanto mudou mesmo no ano passado e nos últimos 5 a 10 anos.

Por mais que eu assista à descrença nos principais meios de comunicação enquanto continuam a transmitir noticiários informativos, sou elevada pelas notícias dos média online e milhares de pessoas inspiradoras e sites com os quais milhões estão agora a sintonizar-se para reunir informação verdadeira, que promova as capacidades.

Por maiores que sejam os problemas que bilhões de seres ainda enfrentam, fico diariamente surpreendida pelo número de pessoas a despertar, à sua própria maneira, fazendo perguntas, ansiando por vidas com mais significado, desejando um mundo mais harmonioso, procurando e participando em soluções, exigindo mudança, estendendo as suas mãos aos outros da maneira que lhes é possível. 

Apesar de a Mudança não ser uma transformação da noite para o dia, também não irá levar muitas gerações para se começar a manifestar de formas claras, visíveis e tangíveis. Obviamente, nem sequer iremos poder imaginar como vai ser o mundo dos nossos netos, para melhor, mas parte da mudança real pela qual tanto ansiamos será algo que iremos experienciar no nosso tempo de vida.

Como é que posso ter a certeza?
Por que é que acreditariam em alguma coisa depois do “não-acontecimento” de 21 de dezembro”?

Bem, por uma razão, já começou de facto para todos os que tenham os seus olhos realmente abertos para esse facto. Em segundo lugar, não faz sentido que tantos de nós encarnássemos com um foco tão claro, uma intenção tão clara, uma missão tão clara, uma visão tão clara e um apelo tão claro para criarmos uma nova realidade, apenas para termos a oportunidade de participar em nada menos nada mais do que outra mudança “normal” que acontece em cada década, em cada geração.

Esta é a hora de plantar as nossas sementes e nós somos as sementes estelares que cultivam a plantação. 

Sempre soubemos que estamos aqui para o fazer só que, no ciclo antigo, as nossas sementes tiveram muitas dificuldades para criar raízes nessa particular sujidade. O antigo ciclo “imundo” não era compatível com as nossas sementes que estavam programadas para a “sujidade” do novo ciclo. É como quando plantam um jardim vegetariano se o solo não for adequado, os vegetais não se irão desenvolver.

Estamos agora finalmente na altura do solo rico, luxuriante, perfeitamente adequado às nossas sementes e, portanto, neste momento não é definitivamente a altura de desistir ou de ter um acesso de raiva da qual já tiveram o suficiente!

No que respeita à última das previsões em particular, acho que devemos esperar alguns jokers, coisas que ninguém previu e que acontecerão nalguma terça-feira, ao acaso quando menos o esperarmos, e será transformador de uma forma positiva.

Esqueçam o apocalipse, esqueçam viver no subterrâneo durante três anos, esse navio de linha cronológica já navegou há muito tempo. 

Ao longo da nossa história temos tido um grande número de linhas cronológicas que vão no sentido de vários potenciais futuros e é bastante possível que essas pessoas que fizeram essas previsões de acontecimentos específicos estivessem sintonizadas com uma linha de tempo que, simplesmente, já não constituía uma opção na altura em que chegamos a esse momento temporal. 

As pessoas falaram sobre haver duas linhas cronológicas restantes que levavam a 21 de dezembro, uma de despertar e transformação globais, e outra de destruição. Isto não quer dizer que as duas coisas fossem acontecer nesse dia, em vez disso a Humanidade escolheria, em última instância, um ou outro desses caminhos temporais à medida que entrávamos no novo ciclo, não sendo já possível ter ambas como opção.

A minha opinião foi sempre a de que há muito tempo que sabíamos que linha do tempo iríamos escolher no final, a do despertar e da transformação globais, e fizemo-lo.

Não se deixem levar pelo que digo, olhem para as suas próprias evidências, entrem no vosso próprio coração e verdade, procurem a vossa própria orientação. Se as “falsas” previsões nos ensinaram alguma coisa foi a usar o nosso próprio discernimento, a conduzirmo-nos pela nossa própria intuição e instintos. O nosso próprio centro é o melhor lugar para um sentimento de segurança, clareza e orientação em qualquer momento. 

A minha sensação sobre as “aterragens em massa” é a de que nenhuma raça benevolente iria aterrar aqui até ter a certeza de que:

a) não íamos correr a gritar de medo/tentar abatê-los a tiro e
b) não os iríamos reverenciar como os nossos deuses ou salvadores.

A mensagem que passou após 21 de dezembro foi a de, de certa forma, o “aterrar em massa” aconteceu, só que não totalmente da maneira que esperávamos.

Como estamos despertos (ativados) ainda mais sobre quem verdadeiramente somos, (incluindo o despertar/ativação de capacidades previamente adormecidas) despertamos para a memória de nós mesmos como seres estelares. 

A nave estelar cheia de Pleidianos pela qual têm esperado a vossa vida toda são, na verdade, aquelas pessoas amorosas que conheceram no festival no último fim de semana. Os Sírios com quem sempre quiseram falar são as pessoas entre as quais se sentaram no seminário ontem. Os Arturianos com as suas poderosas capacidades são os formadores e os profissionais de saúde por quem foram ajudados.

Eles não vão secretamente para casa despir os seus equipamentos humanos e descansar no sofá os seus corpos de luz. Não se reúnem em grupos conspirativos e não riem por os seres humanos ainda não terem percebido que eles se infiltraram nas fileiras humanas. Não são extraterrestres assustadores, não mais do que vocês são extraterrestres assustadores.

Se isto não ressoar convosco está certo mas, se ressoar, então vocês são uma dessas sementes estelares, desses seres estelares, que vieram para a Terra nesta vida encarnar como humanos para ajudar a criar o mundo novo com a vossa pegada vibratória especial, ou pegada de luz, por assim dizer.

Os Hopi  disseram-no: “Vós sois aqueles por quem têm esperado”
Já o perceberam? Sou a primeira a dizer que estou ansiosa pelo dia em que o mundo inteiro reconheça a realidade dos nossos vizinhos galácticos como uma realidade normal.

No entanto, esperar que o povo das estrelas de outro planeta venha ajudar-nos e salvar-nos é não reconhecermos a nossa própria capacidade e responsabilidade para nos ajudarmos e salvarmos a nós mesmos e nos mudarmos para uma realidade física no valor correspondente à realidade vibracional que sabemos que somos capazes e que já estamos, na verdade, a manter.

Primeiro, temos que tomar posse do nosso poder.

Temos que parar de esperar por uma data, pela “ascensão”, pela revelação. Temos que começar a fazer apenas aquilo para que nos sentirmos chamados e, agora mais do que nunca, temos uma oportunidade de tornar claras as razões pelas quais o estamos a fazer. 

Desiludidos com o Universo?
Romperam com os vossos guias?
Fartos de canais e de promessas de uma realidade melhor?

Ótimo. 

Então, é o momento de se perguntarem:  “Estou a fazer o que estou a fazer porque o Universo/os meus guias/canais o estão a dizer ou estou a fazê-lo porque não o posso deixar de fazer? Estou a fazer isto porque olho para as pessoas e para a sociedade e o mundo e vejo que pode haver novas maneiras de fazer as coisas? Vou fazer o que vou fazer porque alguém me prometeu que haveria um despertar em massa, ou porque os meus filhos e netos irão perguntar um dia: “E o que fizeram para mudar as coisas? O que fizeram com as vossas “sementes” e o vosso eu desperto?”

Quando a minha mãe foi diagnosticada com cancro de mama de grau avançado e seis tumores cerebrais há 10 anos, aos 50 anos, uma curadora, uma artista, fiz uma grande birra com o Universo. Disse que iria desistir se algo lhe acontecesse e que nunca mais acreditaria em nada!

Bem, nos três meses dessa curta jornada antes de ela falecer aprendi algo que foi o maior ponto de viragem na minha vida. Aprendi que não podemos dizer que tudo acontece por uma razão e, depois, fazer uma birra quando, contudo, não compreendemos a razão. Aprendi que a cura vem de muitas maneiras e que a morte não é um fracasso ou um fim, e nem é um resultado inesperado.

Tenho-me lembrado dessa altura da minha vida porque sei que muitos de vós estão neste momento a gritar para o Universo dizendo que estão fartos e que vão desistir e que nunca mais acreditam em nada.

Esse período na minha vida foi quando evoluí espiritualmente e comecei a incorporar a minha verdade, a incorporar o que sabia e comecei, de facto, a vivê-la. É hora de olharmos bem para o que estamos a fazer e por que razão, e de sabermos por quem o estamos a fazer. É uma boa altura para começar de novo, pegando apenas no que verdadeiramente ressoa connosco enquanto avançamos para os nossos futuros. 

Sim, merecemos que aconteça algo de grande e visível e maravilhoso.

Sim, todos nós queremos um banho cósmico de amor de despertar para espalhar por todos no planeta inteiro de uma forma que o possam realmente sentir e conhecer.

Mas, no final de contas, ainda nos restará a questão… e então?

Bem, chegámos agora ao momento em que temos que responder a essa pergunta, naves estelares ou sem naves estalares, onda de amor global ou sem onda de amor global.

A hora está aí, o povo das estrelas não vai realizá-lo no nosso lugar, a onda de amor pode já ter vindo e ido uma centena de vezes para todos mas, ainda assim, não vai fazê-lo por nós.

Temos que fazê-lo nós.
Nós somos aqueles por quem temos esperado. 
É hora de o percebermos.


Mensagem de Dana Mrkich 
31 de dezembro de 2012 


© Dana Mrkich 2010. É concedida permissão para partilhar este artigo de forma gratuita na condição de que o autor seja creditado, e o URL www.danamrkick.com incluído. Siga Dana no Facebook: www.facebook.com/danamrkichnews
Tradução: Ana Belo – anatbelo@hotmail.com
Fonte: Luz de Gaia
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